Google Display
Remarketing de quem já visitou o seu site e presença nos portais do seu setor, com exclusões que protegem a verba. Agora dentro do Demand Gen, que substitui a campanha de Display.
Display no B2B não é para vender no primeiro clique.
Quem compra B2B pesquisa, compara, some e volta semanas depois. A Rede de Display do Google coloca a sua marca nos sites, portais e vídeos que esse comprador lê enquanto decide, e traz de volta quem já visitou o seu site.
Em 2026, o Google começou a levar as campanhas de Display para dentro do Demand Gen, com migração voluntária desde junho e automática depois. Cuidamos da estrutura, das exclusões, da migração e da medição, para o Display trabalhar junto com a Pesquisa e não virar custo sem rastro.
Quando o Google Display entra no plano.
Visitante que some
Muita gente visita as páginas de produto e de orçamento e sai sem falar com o comercial. O remarketing traz essa pessoa de volta.
Ciclo de venda longo
A decisão leva semanas ou meses. O Display mantém a sua marca presente enquanto o comprador compara.
Marca pouco conhecida no setor
Estar nos portais, revistas técnicas e sites que o seu comprador lê constrói lembrança antes da busca.
Display antigo sem controle
Campanha rodando em aplicativos e jogos, cliques acidentais e nenhum contato. O problema costuma ser exclusão, não verba.
Campanha que precisa migrar
A migração para o Demand Gen não tem volta e os anúncios passam por aprovação de novo. Vale planejar antes da automática.
Quando não serve
Sem tráfego no site para o remarketing, com verba muito pequena ou como única fonte de contatos novos, o Display rende pouco. Nesses casos, dizemos antes.
Da auditoria da conta ao relatório.
Auditoria da conta atual
Onde o anúncio está aparecendo, quanto vai para aplicativos e cliques acidentais, e o que dá para recuperar.
Migração para o Demand Gen
Planejada, com revisão dos anúncios, só a Rede de Display ligada no início e comparação de antes e depois.
Públicos B2B
Remarketing das páginas-chave, lista de clientes separada por etapa do CRM, públicos personalizados e semelhantes a quem comprou.
Posicionamentos e exclusões
Portais e revistas do seu setor mantidos; aplicativos, jogos e conteúdo sem relação excluídos, com revisão semanal.
Criativos no padrão do Google
Imagens nas quatro proporções, logo, títulos e descrições dentro dos limites do Demand Gen, sem texto sobreposto.
Página de destino
Uma página que retoma o assunto do anúncio logo na primeira dobra, com uma chamada só.
Consentimento para remarketing
Aviso de cookies com opção de publicidade, Modo de Consentimento do Google e política de privacidade citando o Google (LGPD).
Conversões e CRM
Evento principal e evento leve configurados, UTMs padronizadas e o contato acompanhado até o comercial.
Relatório junto com a mídia
Display lado a lado com Pesquisa, LinkedIn Ads e ChatGPT Ads: contatos qualificados, não impressões.
Estrutura antes de verba.
- 01
Diagnóstico
Conta atual, tráfego do site, consentimento, conversões e o papel do Display no seu funil.
- 02
Estrutura
Públicos, exclusões, criativos, página de destino e a migração para o Demand Gen.
- 03
Piloto
Começa pelo remarketing, com verba controlada e só a Rede de Display ligada.
- 04
Otimização
Revisão semanal de posicionamentos, criativos e lances, e decisão de ampliar para outros canais.
O que muda no Google Display em 2026
Escrevemos um guia completo. Vá direto ao trecho que responde à sua dúvida:
- De Display a Demand Gen: a linha do tempo
- Como migrar a campanha atual
- Segmentação: exemplos fracos e bons no B2B
- Exclusões obrigatórias e cliques acidentais
- LGPD: remarketing e listas de clientes
- Formatos e especificações do anúncio
- Alternativas: Taboola, Teads, Criteo e Microsoft
- Migrar agora ou esperar?
Display trabalha antes e depois da busca. Não no lugar dela.
Tratamos o Display como parte da mídia, junto com a Pesquisa, o LinkedIn e o ChatGPT Ads, e medimos pelo que chega ao comercial. Remarketing sem consentimento e campanha sem exclusões não entram no plano.
Perguntas frequentes
Quanto custa anunciar no Google Display?
A verba de mídia vai direto para o Google e é separada do fee da agência. O custo sai do leilão e depende do público, da concorrência e do anúncio. Para lance por CPA desejado, o Google recomenda orçamento de pelo menos 10 vezes o CPA desejado; por isso, no B2B, costumamos começar por um piloto de remarketing com verba controlada.
O Google Display ainda existe?
A Rede de Display continua. O que muda é a campanha: desde maio de 2026, o Google leva o Display para dentro do Demand Gen, com migração voluntária desde junho, automática depois e conclusão prevista até 2027.
Sou obrigado a migrar para o Demand Gen?
Com o tempo, sim: as campanhas que não forem migradas serão migradas automaticamente. A migração não tem volta e os anúncios passam por aprovação de novo, por isso preferimos planejar e migrar num momento escolhido.
Google Display funciona para empresas B2B?
Funciona melhor como remarketing de quem visitou o site e como presença em portais do setor, com exclusões bem feitas. Como principal fonte de contatos novos, costuma render menos que a Pesquisa.
Como evitar cliques de aplicativos e jogos?
Com exclusões de categorias de aplicativos, de conteúdo e de posicionamentos, revisadas toda semana. É o ponto em que mais se perde verba em Display, e é a primeira coisa que olhamos numa conta.
Qual a diferença entre Display e Performance Max?
No Display (dentro do Demand Gen) você escolhe os canais, os públicos e as exclusões. No Performance Max, a automação do Google distribui a verba entre todos os canais, o que funciona melhor quando já há conversões em volume para ela aprender.
Vocês trabalham com Taboola, Teads ou Criteo?
Sim, dentro do serviço de advertising e mídia paga, quando fazem sentido para o caso. A Microsoft Audience Network, que permite segmentar por dados do LinkedIn, também é uma alternativa de display para o B2B no Brasil.
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